
"Aqui não fala um fanático, aqui não se prega, aqui não se exige fé."
Quanto mais eu leio, mais eu quero ler.
Quanto mais eu conheço, mais eu quero conhecer.
Quanto mais eu me questiono, mais difícil fica aceitar uma "resposta esbofeteada".
As crendices, o misticismo, o sobrenatural, o supostamente divino não se encaixam mais em minha mente à medida que vou aceitando que penso e que devo pensar, e que seria um erro não pensar!
A verdadeira "morte da alma" estaria em não pensar, em engolir histórias absurdas, que de tão absurdas podem ser comparadas à mitologia e às fábulas.
Eu até queria crer. Sim, eu também queria crer. Eu também queria me iludir.
Algumas pessoas bebem, algumas tomam drogas, outras comem demais, algumas fazem sexo insaciavelmente, umas compram compulsivamente, jogam, fumam, malham demais, vão à baladas demais...
Quanto mais eu leio, mais eu quero ler.
Quanto mais eu conheço, mais eu quero conhecer.
Quanto mais eu me questiono, mais difícil fica aceitar uma "resposta esbofeteada".
As crendices, o misticismo, o sobrenatural, o supostamente divino não se encaixam mais em minha mente à medida que vou aceitando que penso e que devo pensar, e que seria um erro não pensar!
A verdadeira "morte da alma" estaria em não pensar, em engolir histórias absurdas, que de tão absurdas podem ser comparadas à mitologia e às fábulas.
Eu até queria crer. Sim, eu também queria crer. Eu também queria me iludir.
Algumas pessoas bebem, algumas tomam drogas, outras comem demais, algumas fazem sexo insaciavelmente, umas compram compulsivamente, jogam, fumam, malham demais, vão à baladas demais...
Outras lêem a Bíblia e vão à igreja... Cada um escolhe a sua fuga!
Mas eu não quero mais fugir. Eu quero beber das maravilhosas fontes do conhecimento humano. Quero conversar com os filósofos. Quero comer os livros. Quero rir da ignorância (inclusive da minha!). Quero aprender com os pensadores, quero admirar as grandes obras dos artistas, dos autores, dos cineastas, dos músicos.
Mas eu não quero mais fugir. Eu quero beber das maravilhosas fontes do conhecimento humano. Quero conversar com os filósofos. Quero comer os livros. Quero rir da ignorância (inclusive da minha!). Quero aprender com os pensadores, quero admirar as grandes obras dos artistas, dos autores, dos cineastas, dos músicos.
Quero tudo isso e quero tudo agora porque não haverá tempo para querer depois.
Saber disso é uma fatalidade, mas é também (e principalmente) uma alegria, um abrir de olhos, uma desilusão libertadora!
Eu também já quis fugir, mas minha mente se revelou grande demais para aceitar uma fuga.
Eu também já quis acreditar, mas o conhecimento adquirido, o intelecto, a vontade, todo o meu ser gritaram juntos:
- ACREDITAR EM QUE? ACREDITAR POR QUÊ???
Por que "acreditar" se eu posso SABER? E por que não procurar saber, se a realidade existe mesmo e vai continuar existindo independentemente do que eu acredite ou não?
Eu quis crer, mas o desejo de saber, de ter certeza, de provar, de ver, é maior do que qualquer vontade de ser auto-iludida pela figura de um grande pai todo-poderoso, uma fidelidade absoluta e amor incondicional...
Eu até queria crer, mas a Idade das Trevas já passou.
A Idade Média ficou para trás há muito tempo.
E no colégio, ao estudar história, o Iluminismo e o Renascimento sempre me fascinaram muito mais!
A vida é uma só.
Mas isso não é um desastre.
Desastre é passar por ela de olhos fechados.
"Eu contradigo conforme jamais foi contradito e ainda assim sou a antítese de um espírito negador. Eu sou um mensageiro alegre..."
F.N.
Saber disso é uma fatalidade, mas é também (e principalmente) uma alegria, um abrir de olhos, uma desilusão libertadora!
Eu também já quis fugir, mas minha mente se revelou grande demais para aceitar uma fuga.
Eu também já quis acreditar, mas o conhecimento adquirido, o intelecto, a vontade, todo o meu ser gritaram juntos:
- ACREDITAR EM QUE? ACREDITAR POR QUÊ???
Por que "acreditar" se eu posso SABER? E por que não procurar saber, se a realidade existe mesmo e vai continuar existindo independentemente do que eu acredite ou não?
Eu quis crer, mas o desejo de saber, de ter certeza, de provar, de ver, é maior do que qualquer vontade de ser auto-iludida pela figura de um grande pai todo-poderoso, uma fidelidade absoluta e amor incondicional...
Eu até queria crer, mas a Idade das Trevas já passou.
A Idade Média ficou para trás há muito tempo.
E no colégio, ao estudar história, o Iluminismo e o Renascimento sempre me fascinaram muito mais!
A vida é uma só.
Mas isso não é um desastre.
Desastre é passar por ela de olhos fechados.
"Eu contradigo conforme jamais foi contradito e ainda assim sou a antítese de um espírito negador. Eu sou um mensageiro alegre..."
F.N.




4 comentários:
Ju...
Então, tive o prazer de ler esse teu texto bem na hora em que ele saiu da prensa. Prazer maior foi ler algo tão libertário e poético tendo o nascer de um novo dia como pano de fundo. Impossível ver pessimismo nele, pois o espírito é esse! Não tem como ficar sentado enquanto a banda passa e se existem respostas para as grandes dúvidas, nos resta ir atrás!
O negócio é crer, devorar o conhecimento, embriagar-se de sabedoria e libertar-se dos grilhões da tradição quadrada. Pois já dizia Albert Einstein que a "tradição é a personalidade dos imbecis"...
E viva Ju!
Ju...
Então, tive o prazer de ler esse teu texto bem na hora em que ele saiu da prensa. Prazer maior foi ler algo tão libertário e poético tendo o nascer de um novo dia como pano de fundo. Impossível ver pessimismo nele, pois o espírito é esse! Não tem como ficar sentado enquanto a banda passa e se existem respostas para as grandes dúvidas, nos resta ir atrás!
O negócio é crer, devorar o conhecimento, embriagar-se de sabedoria e libertar-se dos grilhões da tradição quadrada. Pois já dizia Albert Einstein que a "tradição é a personalidade dos imbecis"...
E viva Ju!
Bonito o teu texto. Nem tenho o que comentar porque concordo 110% rsrs
Aliás, hoje até escrevi sobre algo parecido no meu blog.
É interessante conhecer uma mulher atéia e bonita como você. És também a única que conheço. Qual o problema com as pessoas (e principalmente com as mulheres)?
Muito legal o texto. Também gostei muito da foto. Uma legenda apropriada seria: "Mãos ao alto!"
Realmente, preciso subscrever a "Moon GodLESS": vocês duas são jóias raríssimas...
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