
Eu vivo no mundo dos “não-bons-o-suficiente”.
Não é um lugar agradável de se viver.
Porque é onde os elogios nunca são o suficiente e as críticas não são esquecidas facilmente.
É um lugar pesado, em que sonhos são suspensos e compromissos adiados.
O mundo dos não bons o suficiente é inóspito:
a auto-sabotagem está sempre à espreita.
É um mundo onde se perdem empregos e se ganha peso de pura ansiedade.
Quando se emagrece no mundo dos não bons o suficiente, nunca se emagrece o suficiente.
Nunca se é belo o suficiente. Suas idéias nunca são suficientemente geniais.
E o que você escreve... às vezes é tão bom para tanta gente, mas para você:
não o suficiente.
Derramam-se muitas lágrimas no mundo dos não bons o suficiente.
Perdem-se várias oportunidades. Cavalos passam encilhados e você quase nunca sobe, no mundo dos não bons o suficiente.
Eles continuam passando, talvez por uma bondade do destino...
Talvez porque você seja mesmo bom?
Talvez por algum motivo que todos vêem,
menos você?
Não, no mundo dos não bons o suficiente não se perde tempo com essas demonstrações de auto-estima.
Acredita-se em sorte. Acredita-se em acaso. Mas não se acredita no próprio valor no mundo dos não bons o suficiente.
Não queira viver no mundo dos não bons o suficiente.
Apenas quando uma vitória é conquistada. Aí, se explode de alegria, de satisfação e gratidão!
Vitórias são difíceis de serem conquistadas; são choradas; são suadas; são esperneadas.
É amigo, pequenos montes são como montanhas íngremes no mundo dos não bons o suficiente.
O que eu faço no mundo dos não bons o suficiente?
Eu vivo aqui há muito tempo. Nem sei mais o que vim fazer aqui.
Ás vezes eu saio e dou umas voltas por aí...
Mas sou sempre convencida a voltar.
Por quem?
Por uma mente não confiante o suficiente.
Não é um lugar agradável de se viver.
Porque é onde os elogios nunca são o suficiente e as críticas não são esquecidas facilmente.
É um lugar pesado, em que sonhos são suspensos e compromissos adiados.
O mundo dos não bons o suficiente é inóspito:
a auto-sabotagem está sempre à espreita.
É um mundo onde se perdem empregos e se ganha peso de pura ansiedade.
Quando se emagrece no mundo dos não bons o suficiente, nunca se emagrece o suficiente.
Nunca se é belo o suficiente. Suas idéias nunca são suficientemente geniais.
E o que você escreve... às vezes é tão bom para tanta gente, mas para você:
não o suficiente.
Derramam-se muitas lágrimas no mundo dos não bons o suficiente.
Perdem-se várias oportunidades. Cavalos passam encilhados e você quase nunca sobe, no mundo dos não bons o suficiente.
Eles continuam passando, talvez por uma bondade do destino...
Talvez porque você seja mesmo bom?
Talvez por algum motivo que todos vêem,
menos você?
Não, no mundo dos não bons o suficiente não se perde tempo com essas demonstrações de auto-estima.
Acredita-se em sorte. Acredita-se em acaso. Mas não se acredita no próprio valor no mundo dos não bons o suficiente.
Não queira viver no mundo dos não bons o suficiente.
Apenas quando uma vitória é conquistada. Aí, se explode de alegria, de satisfação e gratidão!
Vitórias são difíceis de serem conquistadas; são choradas; são suadas; são esperneadas.
É amigo, pequenos montes são como montanhas íngremes no mundo dos não bons o suficiente.
O que eu faço no mundo dos não bons o suficiente?
Eu vivo aqui há muito tempo. Nem sei mais o que vim fazer aqui.
Ás vezes eu saio e dou umas voltas por aí...
Mas sou sempre convencida a voltar.
Por quem?
Por uma mente não confiante o suficiente.




1 comentários:
Galega, o nome disso é autocrítica.
Machuca, martela a nuca, te faz sentir menor do que realmente é.
Mas, de vez em quando, vai te impulsionar e fazer alçar novos vôos.
Felizes de nós que a temos.
Ou não. Como diria o velho clichê balzaquiano, a ignorância é uma benção.
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