
Vivemos em um Estado Laico, não é verdade?
Um país onde, em tese, há separação entre Estado e Igreja(s).
Em tese, só em tese mesmo.
Senão, como explicar os feriados religiosos? Todos católicos, diga-se de passagem, e respeitados por todos, desde evangélicos até umbandistas. Ou por acaso alguém vai trabalhar ou reclama seu direito de assistir aulas na escola ou faculdade no dia 12 de outubro?
Isso para citar o exemplo mais óbvio.
O que acontece na prática é que além de celebrarmos o dia de uma estátua encontrada em um rio, nós damos permissão aos criminosos, que estão presos e pagando pelos crimes que cometeram, saírem das cadeias no dia 25 de dezembro para comemorar o nascimento do menino jesus!!!
Parece piada, mas está na lei. Parece piada, mas todos os anos nos habituamos a ouvir o termo "indulto de Natal" em alguma reportagem da TV.
Está na lei que um criminoso pode sair de sua cela, sem ter completado sua pena, para comemorar o Natal, uma festa cristã, com seus familiares.
Muitas pessoas devem achar isso normal e justo. Devem se compadecer dos pobres excluídos da sociedade.
Eu me compadeço da vendedora de 19 anos, que saindo do trabalho ontem, foi estuprada por um desses prisioneiros que receberam o ridículo indulto de Natal.
Tudo porque é Natal e até os presidiários merecem comemorar. Pois foi esta a forma dele comemorar: estuprando (humilhando, machucando, violentando) uma jovem!
É o espírito de natal de um Estado em que as leis nada tem a ver com a Igreja.
Assaltante é preso por estupro após ser solto para Natal
Beneficiado pela saída temporária de final de ano para passar o Natal e o Réveillon com a família, o assaltante Francisco Ferreira da Costa Silva, de 33 anos, que cumpre pena desde janeiro deste ano na Penitenciária de Avanhandava, no interior do Estado, foi preso, por volta das 23h de ontem. A prisão ocorreu momentos depois de estuprar, por duas vezes, no Jardim Campo de Fora, zona sul de SP, uma vendedora, de 19 anos, que voltava para casa após um dia de trabalho num shopping no bairro do Campo Limpo, na mesma região.
Policiais civis foram acionados por um funcionário do shopping que passava em frente ao ponto de ônibus onde a vítima e criminoso estavam. Ao perceber que o rapaz ao lado da jovem não era o marido dela, a testemunha ligou para a polícia. Policiais civis do 92º Distrito Policial, do Parque Santo Antonio, se dirigiram para o local. O presidiário havia acabado de atacar a vendedora. Ao ver os policiais correu e acabou preso numa rua próxima.
A vítima, casada há quatro anos, havia ligado para o marido pouco tempo antes de ser atacada pelo bandido. Por telefone, a vendedora combinou com o companheiro de buscá-la de carro num ponto de ônibus. Entretanto, a jovem ficou confusa e acabou descendo da lotação no ponto errado, a cerca de cinco quarteirões da parada correta.
Beneficiado pela saída temporária de final de ano para passar o Natal e o Réveillon com a família, o assaltante Francisco Ferreira da Costa Silva, de 33 anos, que cumpre pena desde janeiro deste ano na Penitenciária de Avanhandava, no interior do Estado, foi preso, por volta das 23h de ontem. A prisão ocorreu momentos depois de estuprar, por duas vezes, no Jardim Campo de Fora, zona sul de SP, uma vendedora, de 19 anos, que voltava para casa após um dia de trabalho num shopping no bairro do Campo Limpo, na mesma região.
Policiais civis foram acionados por um funcionário do shopping que passava em frente ao ponto de ônibus onde a vítima e criminoso estavam. Ao perceber que o rapaz ao lado da jovem não era o marido dela, a testemunha ligou para a polícia. Policiais civis do 92º Distrito Policial, do Parque Santo Antonio, se dirigiram para o local. O presidiário havia acabado de atacar a vendedora. Ao ver os policiais correu e acabou preso numa rua próxima.
A vítima, casada há quatro anos, havia ligado para o marido pouco tempo antes de ser atacada pelo bandido. Por telefone, a vendedora combinou com o companheiro de buscá-la de carro num ponto de ônibus. Entretanto, a jovem ficou confusa e acabou descendo da lotação no ponto errado, a cerca de cinco quarteirões da parada correta.













