quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Isso... Soltem os estupradores pelas ruas... Afinal, é Natal!


Vivemos em um Estado Laico, não é verdade?

Um país onde, em tese, há separação entre Estado e Igreja(s).

Em tese, só em tese mesmo.

Senão, como explicar os feriados religiosos? Todos católicos, diga-se de passagem, e respeitados por todos, desde evangélicos até umbandistas. Ou por acaso alguém vai trabalhar ou reclama seu direito de assistir aulas na escola ou faculdade no dia 12 de outubro?

Isso para citar o exemplo mais óbvio.

O que acontece na prática é que além de celebrarmos o dia de uma estátua encontrada em um rio, nós damos permissão aos criminosos, que estão presos e pagando pelos crimes que cometeram, saírem das cadeias no dia 25 de dezembro para comemorar o nascimento do menino jesus!!!

Parece piada, mas está na lei. Parece piada, mas todos os anos nos habituamos a ouvir o termo "indulto de Natal" em alguma reportagem da TV.

Está na lei que um criminoso pode sair de sua cela, sem ter completado sua pena, para comemorar o Natal, uma festa cristã, com seus familiares.

Muitas pessoas devem achar isso normal e justo. Devem se compadecer dos pobres excluídos da sociedade.

Eu me compadeço da vendedora de 19 anos, que saindo do trabalho ontem, foi estuprada por um desses prisioneiros que receberam o ridículo indulto de Natal.

Tudo porque é Natal e até os presidiários merecem comemorar. Pois foi esta a forma dele comemorar: estuprando (humilhando, machucando, violentando) uma jovem!

É o espírito de natal de um Estado em que as leis nada tem a ver com a Igreja.


Assaltante é preso por estupro após ser solto para Natal
Beneficiado pela saída temporária de final de ano para passar o Natal e o Réveillon com a família, o assaltante Francisco Ferreira da Costa Silva, de 33 anos, que cumpre pena desde janeiro deste ano na Penitenciária de Avanhandava, no interior do Estado, foi preso, por volta das 23h de ontem. A prisão ocorreu momentos depois de estuprar, por duas vezes, no Jardim Campo de Fora, zona sul de SP, uma vendedora, de 19 anos, que voltava para casa após um dia de trabalho num shopping no bairro do Campo Limpo, na mesma região.
Policiais civis foram acionados por um funcionário do shopping que passava em frente ao ponto de ônibus onde a vítima e criminoso estavam. Ao perceber que o rapaz ao lado da jovem não era o marido dela, a testemunha ligou para a polícia. Policiais civis do 92º Distrito Policial, do Parque Santo Antonio, se dirigiram para o local. O presidiário havia acabado de atacar a vendedora. Ao ver os policiais correu e acabou preso numa rua próxima.
A vítima, casada há quatro anos, havia ligado para o marido pouco tempo antes de ser atacada pelo bandido. Por telefone, a vendedora combinou com o companheiro de buscá-la de carro num ponto de ônibus. Entretanto, a jovem ficou confusa e acabou descendo da lotação no ponto errado, a cerca de cinco quarteirões da parada correta.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Atos finais de uma amizade




Engraçado como as amizades podem se dissolver no tempo, na distância ou nas mudanças de interesses. Era nisso que eu pensava enquanto ela ia embora. Uma visita decepcionante e rápida demais para ela, mas certamente desnecessária para mim.


Várias despedidas - ocas de minha parte - meus pés já virando em direção à saída, enquanto ela ainda me chamava: queria falar um pouco mais, mostrar-me novamente como virou malandra de cidade grande. Usando as gírias de lá, forçando o sotaque, perguntando mais uma vez se está muito mudada, como uma criança que tenta de todas as formas mostrar o brinquedo novo ou a nova cambalhota que aprendeu.




Mas a excentricidade imatura que antes tanto fascinava se tornou uma espécie de demência e apesar de a genialidade daquela personalidade artística continuar ali, é constrangedor ter que presenciar o esforço agonizante da procura de aplausos no lugar errado; a procura dos meus aplausos, e já não os tenho mais para dar. Não que não haja mais admiração ou afeto, estes ainda estão bem presentes, apenas não consigo mais assistir impassível a esse espetáculo de micagens que eu não paguei para assistir.



Após aqueles poucos longos minutos, eu pensava em como as amizades são capazes de se dissolver no tempo, na distância, nos interesses divergentes. Mas me ocorreu também que aquela amizade sempre foi uma via de mão única, e que ela só continuava, tragicomicamente, porque fui dos poucos a me deixar levar por aquela imaturidade brilhante, por um certo talento incompreendido. Fui a única a permanecer me importando, a despeito do crescimento que não ocorreu, como ocorre com todas as pessoas, com todas as relações.



Então percebi que eu não era a amiga, a confidente, ou a conselheira. Eu era o público, a platéia e o aplauso. Mas cansei de presenciar o monólogo.

domingo, 23 de dezembro de 2007

O Natal é seu: aproveite sem culpa!




Todos os anos, durante essa época, é a mesma história. Alguns bem-intencionados tentam nos fazer lembrar de que Natal não é só festa e presentes, e sim, um momento de confraternização entre família e amigos, uma festa para estar em paz com todos e uma oportunidade de demonstrar carinho a quem a gente gosta.
Até aí, tudo bem. Qualquer pessoa, com um mínimo de bom senso, tem mais é que assinar embaixo de tais mensagens natalinas. Claro que os presentes, a comida gostosa e até aquela correriazinha de compras fazem parte da alegria da data. Mas nunca é demais lembrar que devemos aproveitar o natal para falarmos de nossos bons sentimentos uns para com os outros, esquecer as diferenças, rir juntos, abraçar os familiares, desejar coisas boas aos amigos, deixar as crianças fazerem uma baguncinha e relaxar, principalmente. Conseguindo fazer essas coisas já está ótimo.
Agora, chato, muito chato são aquelas pessoas que espalham e-mails, mensagens, scraps e publicam textos afirmando o quanto Jesus fica triste porque estamos celebrando seu aniversário, mas deixamo-lo de fora da festa! Difícil quem já não tenha lido algo parecido. Eu recebi um texto desses por e-mail outro dia. Nele Jesus (em 1ª pessoa) fala o quanto ficou chateado, pois chegou o seu aniversário e as pessoas comemoravam, comiam, bebiam, se presenteavam e faziam a maior festa para “um tal de Papai Noel”, mas não ligavam a mínima para ele. Ora, não acredito que Jesus seria tão magoável assim, nem que se importaria se comemorássemos ou deixássemos de comemorar o Natal. Mas muitas pessoas ficam com essa culpa boba na cabeça e o que fazem? Rezam alguma oração antes da ceia e sentem-se quites com o suposto aniversariante. Então sentam-se, comem, trocam presentes e às vezes nem conversam uns com os outros direito.
Minha proposta para o Natal deste ano é a seguinte...
Vamos jogar fora toda essa culpa cristã e essa hipocrisia de dizer que o Natal é a comemoração do nascimento de Cristo e que, por esse motivo, ele deve ser o principal convidado da festa! Vamos admitir: o Natal não é para celebrar Jesus. O Natal é uma desculpa para estarmos todos reunidos em torno de uma grande comemoração, é uma data para estarmos felizes, confraternizarmos, demonstrar afeto, quem sabe até conhecer melhor as pessoas com quem convivemos diariamente! Vamos trocar o momento da oração por um momento de ressaltar as qualidades uns dos outros, dizer algumas palavras sobre o ano que passou e o que deseja para o próximo ano, ou qualquer outra dinâmica que pudermos inventar para unir os membros de nossas famílias e amigos.
Admitamos, sem medo, que essa festa não é para um homem que talvez tenha nascido há dois mil anos atrás. Essa festa é para nós, para mim, para você, seu pai, sua mãe, seus filhos, seus irmãos, seus netos, seus amigos, seus vizinhos, seus parentes! Olhe para eles, lembre-se deles, sorria para eles, divirta-se com eles, valorize-os. Celebre a vida dos seus. Celebre aqueles que você tem certeza absoluta que são reais, que amam você, que estenderão a mão quando você precisar.
O Natal é seu! Comemore-o sem culpa. Que seja um dia repleto de amor!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Amiga de Deus


E eis que apesar de minha incredulidade, negação e despeito quanto a sua figura onipotente e divina, Deus aparece diante de meus olhos e ainda por cima, estendendo-me a mão e dizendo quer ser meu amigo?


Sim, o próprio Deus Supremo me adicionou no orkut.


Não costumo adicionar pessoas que eu não conheça pessoalmente, mas como já fui íntima do cara, falava com ele direto (ele nunca me respondia, mas eu entrava "numas pira" de que ele conversava comigo também), perdia meu tempo nuns retiros em lugares xexelentos, com gente feia e ignorante só porque Ele ia estar lá e até dinheiro eu dava pro camarada todo mês, então resolvi aceitá-lo como meu amigo de orkut.


Mas ó Deus, escuta aqui:

Continuamos de relações cortadas viu?! Porque um monte de gente que te conhece pra caramba me disse que tu vai mandar meu pai e minha mãe pro inferno. E se eles vão, eu vou junto.

Então, não quero papo contigo!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

What's the difference?



Meca é a cidade natal do profeta Maomé. Para todos os muçulmanos do Mundo ela é a cidade mais sagrada do planeta. Em Meca existe uma grande mesquita que abriga em seu interior a Caaba ( Cubo ). A Caaba é coberta por um manto negro que contém várias inscrições bordadas em ouro. Dentro da Caaba está a rocha sagrada que segundo a tradição caiu do céu e foi ofertada a Abraão. A rocha que era branca então ficou negra ao absorver os pecados do homem. O devoto muçulmano deve dar 7 voltas ao redor da Caaba e depois beijar a pedra sagrada.


Na Malásia, em 2005, foram presos 58 seguidores de uma seita que cultuava um bule de chá gigante. A seita, que acredita que o bule tem propriedades curativas, funcionava no nordeste da Malásia, área de forte presença muçulmana. Ayah Pin, líder da seita, dizia ser Deus e se considerava dono de todas as coisas do mundo.
Muita gente já conhece essa história do bule gigante.
O engraçado é que achamos muito bizarro adorar um bule.
Mas dar 7 voltas ao redor de uma pedra preta quadrada gigante não é bizarro...
Sabe que entre os dois objetos de adoração eu até estaria mais propensa a escolher o Bule Gigante. Sei lá, me lembra a infância e as brincadeiras de casinha.
É mais fofo né?!!!

Nem só de sacanagem vive a web



Tudo começou com um blog, depois virou livro e agora vai virar filme. Não, não é a Bruna Surfistinha, é Julie Powell, que em 2002 pegou um livro de receitas francesas, resolveu testar todas e contou suas experiências, erros e acertos em um blog.
Julie estava em um período difícil de sua vida. Apesar de aspirante a atriz, ela trabalhava numa repartição pública como secretária, quando começou a empreitada na cozinha.


"Ao todo foram 524 receitas do livro "Mastering the Art of French Cook", de Julia Child, uma autora-cozinheira bastante popular nos EUA.
O "Projeto Julie/Julia", como ela chamou o blog, durou um ano e teve como cenário uma minúscula cozinha no Queens, subúrbio nova-iorquino sem nenhum glamour.
Durante o "projeto", ela continuou no emprego que odiava, passava as noites na cozinha (muitas delas sofrendo) e foi ganhando mais e mais leitores.
No final, o blog virou o livro "Julie & Julia", que a editora Conrad está lançando no Brasil. Agora, o livro deve virar um filme, com roteiro de Nora Ephron (de "Harry e Sally" e "Mensagem pra Você") e Meryl Streep, no papel de Julia Child.
Importante dizer que o livro não é uma reprodução do blog. Trata-se da história deste ano anormal na vida de Powell, mesclado a informações sobre Child e pitadas de ficção.
"Tive experiências maravilhosas e terríveis durante o ano em que fiz o projeto", contou a blogueira de 35 anos, em entrevista à Folha, por e-mail.
"O momento em que desossei meu primeiro pato foi muito marcante. Foi como se o céu se abrisse e soasse um coro de aleluia.

A escritora de primeira viagem enveredou pelas letras e agora escreve um segundo livro, nos mesmos moldes de "Julie & Julia". "Será sobre minha experiência no aprendizado para açougueiro e como as pessoas ao redor do mundo processam a carne. Estive na Argentina, na África, no Leste Europeu e no Japão", adianta. A aventura também pode ser acompanhada pelo blog.
A "nova vida" de Powell inclui ainda consultoria para o filme que está sendo produzido sobre o seu livro. "De vez em quando, sou convidada para um almoço com o diretor que me faz algumas perguntas e ainda recebo por isso", conta. "É um excelente acordo e um milagre que tenha conseguido fazer do meu livro um filme."


Talvez seja só a exceção que confirme a regra, mas num mundo em que blogs e diários de putas viram livros e fazem sucesso com tanta facilidade é um alento ver a saga de Julie Powell despertar tanto interesse de internautas, leitores, atrizes e cineastas!



quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Not Enough


Eu vivo no mundo dos “não-bons-o-suficiente”.
Não é um lugar agradável de se viver.
Porque é onde os elogios nunca são o suficiente e as críticas não são esquecidas facilmente.
É um lugar pesado, em que sonhos são suspensos e compromissos adiados.
O mundo dos não bons o suficiente é inóspito:
a auto-sabotagem está sempre à espreita.

É um mundo onde se perdem empregos e se ganha peso de pura ansiedade.
Quando se emagrece no mundo dos não bons o suficiente, nunca se emagrece o suficiente.
Nunca se é belo o suficiente. Suas idéias nunca são suficientemente geniais.
E o que você escreve... às vezes é tão bom para tanta gente, mas para você:
não o suficiente.
Derramam-se muitas lágrimas no mundo dos não bons o suficiente.

Perdem-se várias oportunidades. Cavalos passam encilhados e você quase nunca sobe, no mundo dos não bons o suficiente.
Eles continuam passando, talvez por uma bondade do destino...
Talvez porque você seja mesmo bom?
Talvez por algum motivo que todos vêem,
menos você?
Não, no mundo dos não bons o suficiente não se perde tempo com essas demonstrações de auto-estima.
Acredita-se em sorte. Acredita-se em acaso. Mas não se acredita no próprio valor no mundo dos não bons o suficiente.

Não queira viver no mundo dos não bons o suficiente.
Apenas quando uma vitória é conquistada. Aí, se explode de alegria, de satisfação e gratidão!
Vitórias são difíceis de serem conquistadas; são choradas; são suadas; são esperneadas.
É amigo, pequenos montes são como montanhas íngremes no mundo dos não bons o suficiente.

O que eu faço no mundo dos não bons o suficiente?
Eu vivo aqui há muito tempo. Nem sei mais o que vim fazer aqui.
Ás vezes eu saio e dou umas voltas por aí...
Mas sou sempre convencida a voltar.
Por quem?
Por uma mente não confiante o suficiente.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O que é preciso saber?




Texto abaixo extraído de: Godless Liberator


O que é preciso para que alguém se torne, por exemplo, católico? Sendo ex-membro dos secto, sei por experiência própria: nada. Aliás, na maioria dos casos, você é tornado católico antes de saber dizer "Papa". E assim vai: durante toda a infância, seja nas aulas de religião ou na catequese, a fé, que por definição é conhecimento sem justificativa, é mostrada como virtude. Tomé, aquele que quis uma prova empírica da ressurreição de Jesus, é mostrado como exemplo a ser evitado: "Bem-aventurados os que não viram e creram." (João 20:24-29)

Mas nem vou entrar no assunto do absurdo da "importância" da fé. O que acho curioso é que não é necessário nenhum pré-requisito para acreditar em Deus. É só acreditar. Todo mundo acredita, quem é você para inventar moda? Por que acreditar? Por que sim, oras. Pare de fazer perguntas chatas, não seja como Tomé...

Agora, quando quero criticar a religião, a coisa muda diametralmente. Não importa o quanto você saiba, nunca é o bastante. Por acaso você fez faculdade de teologia ou curso de hermenêutica? Leu todas as obras de Santo Agostinho? Então, como se atreve a criticar minha adorada religião?

Mas se seguirmos esse raciocínio, ninguém poderia, por exemplo, seguir qualquer das religiões abraâmicas, sem ser totalmente versado nos Vedas. Para não ser pagão, deveria saber Homero de cor. Mas, pelo contrário, na religião, você é estimulado a ser "pobre de espírito" e a se contentar em ser ignorante de qualquer coisa que vá contra a fé.

E parafraseando Dawkins, para deixar de acreditar no Papai Noel, não é preciso se formar em Papainoelogia.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Um Teólogo Ateu


Religiosos afirmam que não se pode criticar as religiões ou a fé sem um estudo aprofundado da teologia.
Segue abaixo, trecho de um texto de Edmund Standing, teólogo.
A Teologia vira de cabeça para baixo o método científico que seguimos desde o Iluminismo.

A pesquisa científica pode iniciar com uma proposição razoável baseada em evidência existente (hipótese), e então coleta e examina dados para ver se a proposição é realisticamente precisa, ou pode simplesmente levar à descoberta de dados que ninguém havia previsto.

Já a teologia começa com a aceitação de idéias sem base factual, ou para os quais a evidência é espantosamente fraca, e orgulhosamente proclama a aceitação dessas idéias com base na "fé" como uma virtude, e então continua a tentar fazer essas crenças a priori parecerem racionais e inteligíveis. Em outras palavras, chega-se aos "resultados" da teologia antes de ser feito qualquer estudo para confirmá-los.

O teólogo não usa as doutrinas básicas da fé cristã como possíveis verdades cuja consistência lógica deve ser testada; em vez disso, ele começa com a conclusão que , pela fé, são verdadeiras suas "crenças", uma série de afirmações internamente incoerentes, pré-científicas e fantásticas, e então tenta revesti-las com credibilidade intelectual.



(Edmund Standing é graduado em Teologia & Estudos Religiosos e mestre em Teoria Cultural e Crítica)
Mas claro que os seguidores de Jesus dirão que não basta estudar teologia, é preciso "aceitar a Jesus em seu coração" e só assim o Espírito Santo iluminará seu entendimento e o fará compreender aquilo que somente o "homem espiritual" pode compreender.
Ou seja, pode até pensar, pode até questionar, mas se você não for um dos nossos, não vai compreender de qualquer forma!
Conveniente, muito conveniente.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Meme




Fui agraciada com este prêmio, pelo meu colega blogueiro L. S Alves, do Máquina de Letras . Então estou exibindo meu prêmio e fazendo minhas indicações!


*Regras a cumprir pelos premiados *


1. Este prêmio deve ser atribuído aos blogs que você considera bons. Ou seja, os blogs que você costuma visitar e deixar recados.


2. Somente quem recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog; a tag do prémio; as regras e a indicação de outros 7 blogs para receberem o prêmio.


3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prêmio no seu blog, de preferência com um link para o post que fala dele.


* Meus 7 ilustres indicados são:*


1 - Vinícius Valcanaia, o autor, protagonista, antagonista, roteirista, produtor e diretor do melhor blog cinematográfico: Poeira de Estrelas


2 - Cíntia Brunelli, mais conhecida no mundo virtual como La Maligna, dá vazão a sua auto-declarada criatividade (muito justamente, por sinal) e revela os diálogos misteriosos que ocorrem entre a equipe de criação de uma agência de propaganda: Los Contos de La Maligna


3 - Roberta Brossard, lá dos recantos do interior gaúcho, uma mulher com porte de elfo do Senhor dos Anéis e 152 de QI, discorre sobre ateísmo, Bob Dylan, filosofia e novas descobertas da ciência: Moon Goddess's Library of Thoughts


4 - Beatriz Vieira, uma poeta, uma mulher, uma batalhadora, nadando contra a correnteza: Cartas ao Avesso


5 - Alex de Paula, seu deus é o acaso, sua deusa, a ciência. Um defensor da extinção da raça humana: Flertando com a Insanidade


6 - Kellen Rodrigues, uma jornalista criciumense, bem-humorada (apesar de jornalista e apesar de criciumense), escreve sobre política, sobre o bizarro com que todo jornalista se depara no dia-a-dia de sua profissão, sobre as pautas de elevadores e outros assuntos, sempre com bom-humor e ironia: Olha a Corneta


7 - Ro & Tha, mulheres modernas, profissionais, antenadas, porém... Desassistidas