sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Counter Strike é amor


Vejam só: se o Counter Strike fosse proibido há mais tempo, talvez esse lindo casalzinho apaixonado não estivesse junto hoje!


"O que para o juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz é uma carnificina virtual digna de proibição, para dois universitários do interior paulista foi puro romance. Mariana Moga de Moura, 21, estudante de física, e Marcelo Montovani Thomaz, 21, que cursa ciência da computação, conheceram-se jogando o agora proibido Counter Strike.
"Jogo há uns 6 anos, desde o Counter Strike 1.5", diz Mariana, que já conseguiu ficar 15 horas ininterruptas matando terroristas numa LAN house. Mais experiente, Marcelo (ou "edyn") chegou a disputar campeonatos --seu time foi vice-campeão num deles e recebeu até prêmio em dinheiro.
"Você precisa de entrosamento para a coisa dar certo, sem nenhum erro", ensina, com a autoridade de quem pratica há nove anos. Toda a experiência, no entanto, não o impediu de perder para... Mariana.
"Ele falava que eu jogava melhor na época, porque eu destruía mesmo. Jogava melhor que muito marmanjo", gaba-se a universitária. Logo o casal se esgueirou para conversas via MSN e, após 4 meses de facadas e tiros, conheceram-se pessoalmente. "Não tinha xaveco explícito, sabe? A gente foi se dando bem", relata a universitária. Já namoram há dois anos e meio."

É bom que quando estiverem estressados um com o outro, é só cada um sentar diante de seu computador e esfaquearem-se virtualmente!


Discutir a relação é coisa do passado!




1 comentários:

Insano disse...

"Amor, mata um terrorista pra mim?"