sábado, 23 de fevereiro de 2008

Cambalhota ela vira e rabisca com a melodia...


Poema improvisado no msn pelo meu amigo Vinny, só para me dar inspiração:


" E Juliana suspira... a cama revira... Joga-se no chão, cambalhota ela vira...
Não quer deixar a noite morrer, teima com o relógio, pois na madrugada é o melhor horário pra escrever.
Não dorme mais, fica ali fervendo a mente.
De férias respira por um único instante.

Sua pena não para, risca e rabisca, oh menina inconstante!
Quando escreve tem convulsões, parece mais uma epilética.

Dizem que é loucura... "Que nada!", diz ela... "É uma cadência poética!"
De cada entrevistada ela faz uma musa... Delira, rodopia e da palavra abusa!
Cigarros, fuma alucinadamente. A nicotina passa e trespassa, fervendo-lhe a mente.
Com música então... Rabisca de acordo com a melodia, cata uma vírgula e dá um parágrafo, bailando dentro de uma poesia.
Inspiração, não tem lugar...
Um dia desses, no raiar da aurora, lembrou-se de certa coisa e botou a palavra pra fora!
Sossega Juliana!
Pára com isso!
Tua escrita tá virando vício...
Só queres saber de no teu bloco anotar!
Já sei Juliana... num bom verso, queres mesmo é te embriagar..."


Lindo! Sensível e meio clown, ou seja, tudo a ver comigo. Só não ingiro mais nicotina alucinadamente, mas deixa ali que fica charmoso (eu ainda acho charmoso sim, fumar enquanto se escreve! Sou uma mulher do século passado!)

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