
Texto de Insano, que de insano não tem nada, conforme demonstra na opinião abaixo:
Quando eu ataco religião me chamam de arrogante e intransigente. Mas já pensaram no mercado de cartas psicografadas que surgiria com essa aberração?
Não faltaria muito para alguém ser absolvido por alegar que matou por ordem de deus. Ou que estava possuído por um espírito maligno.
Esse tipo de idéia surge pelo nosso medo de criticar a religião. Em respeito aos moderados, que certamente são contrários a esse tipo de uso da religiosidade. Muitos deles nossos amigos. E também o respeito inexplicável ao sagrado. Sagrado por quê? Sagrado pra quem? Essa sacralidade não pode ser estendida indiscriminadamente.
A religião deve ficar restrita à vida privada.
Imaginemos que alguém assassine um membro de sua família. E no julgamento seja considerada como prova uma carta psicografada que inocenta o criminoso.
Não faltaria muito para alguém ser absolvido por alegar que matou por ordem de deus. Ou que estava possuído por um espírito maligno.
Esse tipo de idéia surge pelo nosso medo de criticar a religião. Em respeito aos moderados, que certamente são contrários a esse tipo de uso da religiosidade. Muitos deles nossos amigos. E também o respeito inexplicável ao sagrado. Sagrado por quê? Sagrado pra quem? Essa sacralidade não pode ser estendida indiscriminadamente.
A religião deve ficar restrita à vida privada.
Imaginemos que alguém assassine um membro de sua família. E no julgamento seja considerada como prova uma carta psicografada que inocenta o criminoso.
Religião deve ficar longe do Estado!
Principalmente do Judiciário. Já pensou um Juiz fanático evangélico julgando um muçulmano, por exemplo? Ou julgando um homossexual (eles odeiam gays)? E podendo fundamentar sua decisão nos dogmas de sua religião? É o fim da picada!
Ademais, qual a religião que seria adotada nos tribunais?
A sua, a do seu amigo, a de sua tia?
O Estado é laico justamente por isso!
Eu assino embaixo e registro em cartório.
Ou como diria o poeta...
UMA COISA É UMA COISA,
OUTRA COISA É OUTRA COISA!
Do que estamos falando?




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