
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
O Caminho dos Excessos

Viva como se, um dia, você fosse morrer

Nunca fui muito fã dessa história de aproveitar a vida porque ela é uma só, de lembrar que o tempo passa rápido e que devemos viver como se hoje fosse o último dia de nossas vidas. Lembrar que um dia eu vou morrer nunca me ajudou a viver melhor.
Mas a vida pode nos ensinar a tirar proveito até mesmo do que achávamos que jamais iria nos ajudar.
Outro dia eu estava conversando com uma amiga e ela disse que não consegue pensar nesse negócio de “curtir a vida pois ela é uma só”, porque quando pensava assim acabava meio maluca, pensando em todas as coisas que deveria estar fazendo e não está. Eu também me sentia mais ou menos da mesma forma. Quando pensava que minha existência um dia chegaria ao fim, isso mais me paralisava do que me impulsionava a realizar meus objetivos.
Até mesmo ter objetivos e metas bem traçadas era algo que me assustava. Acho que assusta muita gente. A impressão que tenho é de que quando dizemos para nós mesmos quais são nossas metas é como se admitíssemos: “bom, a vida é uma só e não posso ter tudo e ser tudo na vida, então quero isso, isso e aquilo.” Definir caminhos a tomar significa encarar o fato de que abrimos mão de todos os outros caminhos não escolhidos. Talvez isso faça com que muitas pessoas fiquem patinando em busca de um sentido para a vida. Talvez esse medo de abrir mão dos outros caminhos faça com que muitos escolham, comecem a caminhada, desistam, escolham outro caminho, comecem de novo, voltam a desistir e assim sucessivamente.
Num mundo com tanta informação e com tantas possibilidades queremos “tudo ao mesmo tempo agora”, queremos para ontem, queremos ser atores para interpretar vários papéis e assim não ter que definir uma escolha de vida. Queremos ir por aqui, por ali, por lá e acolá. Mas a vida não permite isso. Ela passa. Definitivamente, ela passa. Inexoravelmente, ela passa. Sorrateiramente, a vida passa.
Mas de repente comecei a perceber que lembrar a finitude de nossa existência pode não ser algo tão atormentador assim. Estou lendo “Quando Nietzsche chorou”, do psiquiatra Yrvin Yalom. O livro me ajudou a enxergar que o fato de eu ter um prazo de validade não precisa necessariamente ser algo que me faça ter vontade de desistir de tudo logo! Resumindo ao máximo, em um dos ensinamentos do filósofo Nietzsche, contidos no livro, ele afirma que devemos imaginar que quando morrermos seremos obrigados a começar tudo novamente e que tudo acontecerá exatamente da mesma forma como já aconteceu. Devemos imaginar que os pensamentos, atitudes, sentimentos, realizações, lutas, fracassos, vitórias serão todos exatamente iguais aos que estamos vivenciando atualmente. Este se mostrou um pensamento muito libertador! Apesar de Nietzsche ser conhecido como um filósofo pessimista, ele me ajudou a enxergar a vida com mais otimismo. A idéia dele é de que já que vamos repetir toda a nossa vida pela eternidade, precisamos então vivê-la da melhor maneira possível. Devemos ter as atitudes que gostaríamos de ter pelo resto da eternidade. Só devemos permitir em nossa mente os pensamentos que gostaríamos de ter para todo o sempre (ou ao menos manter na mente apenas os pensamentos e sentimentos menos inúteis).
A tragédia com o avião da TAM só veio acrescentar a força desta teoria diante de meus olhos. A vida realmente é curta. Além de ser curta, ela pode acabar bem antes do previsto! Quantas pessoas dentro daquele avião não estavam deixando para começar a viver de verdade a partir da próxima conquista? Mas não haverá uma próxima conquista para elas. Não neste mundo. É duro pensar assim, mas pode ser libertador. Muitos acreditam na reencarnação ou em uma vida após a morte, mas mesmo assim seria melhor se vivessem como se não acreditassem em nada. Talvez, só assim, teríamos a dimensão do grande valor que é ter esta vida para viver! Façamos de conta que não existe mais nada, além dessa existência. Vamos amá-la, cultivé-la e fazer dela a melhor existência possível que poderíamos desejar. Se o que você faz hoje se repetisse pela eternidade, como você faria? Se o que você pensa hoje fosse determinar o que você pensaria em todas as suas próximas vidas, em que você pensaria?
Não se trata de viver sem freios para aproveitar tudo que a vida tem a oferecer. Não se trata de obter prazer a qualquer custo. Não se trata de querer viver tudo de uma só vez. Mas se trata de dar o devido valor à vida que temos. Vivê-la de forma a deixar saudades e não arrependimentos! Olhar ao redor e enxergar o que temos de bom. Olhar para dentro e enxergar o que temos de precioso. E usar tudo isso. Não viver esperando recompensas futuras. Não viver imaginando que teremos uma segunda chance. Desde crianças nos ensinam que quando morrermos, vamos para o céu. Crescemos e continuamos acreditando nisso, ou então acreditamos que teremos outras vidas para crescer espiritualmente e nos purificar. Mas e se esta vida, hoje, aqui e agora, for a nossa grande e única chance? Não custa vivê-la com vontade. Não custa tentar extrair dela o melhor que ela pode oferecer. O que vier, depois, é lucro!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Suicide Solution

Os Genes da Discórdia

domingo, 27 de janeiro de 2008
Saia Justa

sábado, 26 de janeiro de 2008
Fofo e inteligente!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Masturbação destrói neurônios???

Agora ficou mais fácil botar as crianças para dormir!

Nos Estados Unidos, duas crianças foram afetadas, de acordo com a Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor.
Olha a facaaa!!!!!

Quer viver mais? Discuta a relação!

Foram registradas 13 mortes nos 26 casais do último grupo, e nos outros 166 casais ocorreram 41 mortes.
Em 27% dos casais em que ambos reprimiram seus sentimentos, um de seus membros morreu no período do estudo, e em 23% os dois faleceram durante os 17 anos.
No entanto, apenas 19% dos outros três grupos combinados viram a morte de um membro do casal durante o período de estudo.
Quando os dois cônjuges reprimem sua indignação a um ataque ou uma crítica injusta do outro, a morte prematura é duas vezes mais provável que nos outros grupos, segundo Ernest Harburg, professor da Universidade de Michigan e diretor do estudo.
Counter Strike é amor

"Jogo há uns 6 anos, desde o Counter Strike 1.5", diz Mariana, que já conseguiu ficar 15 horas ininterruptas matando terroristas numa LAN house. Mais experiente, Marcelo (ou "edyn") chegou a disputar campeonatos --seu time foi vice-campeão num deles e recebeu até prêmio em dinheiro.
"Você precisa de entrosamento para a coisa dar certo, sem nenhum erro", ensina, com a autoridade de quem pratica há nove anos. Toda a experiência, no entanto, não o impediu de perder para... Mariana.
"Ele falava que eu jogava melhor na época, porque eu destruía mesmo. Jogava melhor que muito marmanjo", gaba-se a universitária. Logo o casal se esgueirou para conversas via MSN e, após 4 meses de facadas e tiros, conheceram-se pessoalmente. "Não tinha xaveco explícito, sabe? A gente foi se dando bem", relata a universitária. Já namoram há dois anos e meio."
É bom que quando estiverem estressados um com o outro, é só cada um sentar diante de seu computador e esfaquearem-se virtualmente!
Discutir a relação é coisa do passado!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Subversão

Se proibir a venda de um jogo violento para menores de 18 anos é perfeitamente compreensível, banir completamente a sua venda, inclusive para adultos, não faz o menor sentido. Proibir adultos de jogar videogames é tratá-los como crianças, incapazes de fazer escolhas."
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Terra de Ninguém?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Vivendo Biblicamente

A.J. Jacobs, editor da revista "Esquire" e autor do best-seller "The Year of Living Biblicaly" ("O Ano em que Vivi Biblicamente"), lançou a idéia. Nivelou seu destino com o Velho e Novo Testamentos por um ano. Mas minha tarefa era ir além. Não no tempo, porque vivi biblicamente por dois meses e não 12, e sim na intensidade: afinal de contas, estamos no Brasil, o maior melting pot, vulgo cadinho cultural, do planeta. Assim como Jacobs, segui mandamentos e ordens bíblicas às vezes prosaicas, que mexeram com meu dia-a-dia, mas coube a mim a missão de consultar religiosos e especialistas nos textos sagrados em busca de respostas para a pergunta: é possível viver segundo as leis da Bíblia no Brasil de hoje?
Deixada a barba à espartana, procedeu-se às prédicas bíblicas. Tanto do Velho quanto do Novo Testamento. Levítico 19:19, por exemplo, me proíbe usar roupas feitas com dois tipos de fibra. Começa aqui uma contradição que contrapunha à minha vida dois salmos. Afinal, Jeremias 13:23 sugere que o leopardo não pode mudar as suas manchas. Bem, costumo ir à academia de ginástica todos os dias, tentando perder a barriguinha. Pior: vi que a sunga utilizada para a empreitada tinha 3 tipos de fibra. Larguei a academia e fui buscar cuecas de algodão. Mas a única que tinha em casa era uma importada que foi deixada por uma ex-namorada que adorava usar peças íntimas masculinas. Não me julgue mal (não julgueis para não serdes julgado, diz Mateus 7:1). A solução foi comprar cuecas novas. Torrei mais de R$ 150. E meus membros doíam com a falta da academia.
TPM com um T bem grande pra você!!!

Ela é, basicamente, os dois tipos misturados, já que o tédio encerra em si mesmo melancolia e irritação, além de uma sensação de vazio e de que nada é bom o suficiente para nos animar. Você está melancólica de manhã, irritada à tarde, depois se anima e inventa alguma coisa para fazer à noite. No meu caso, era uma coisa bem legal, que eu já estava a fim de fazer. Mas no final da tarde bate um tédio, um nada, uma sensação de que o programa planejado não tem graça nenhuma!
É nessa hora que entra o poder curador e revigorador de um doce bem doce, coberto de algo ainda mais doce. Ah... duas bolas de sorvete, raspas de chocolate, cobertura de chocolate e caramelo... E um sorriso de alívio e satisfação no rosto! E o mundo fica mais colorido! E o vento acaricia seu rosto! E você é uma mulher tranqüila, zen, serena, centrada... Só quem já experimentou sabe.
PS – Vale também uma barra de chocolate inteira, um kreps, um churros, umas colheradas de doce de leite, chocolate em pó com leite condensado. Uma amiga ensinou sua receita uma vez: ela derretia duas barras de chocolate e comia-as inteirinhas. Diz ela que cura qualquer TPM. E a gente sabe que cura mesmo, ou nos casos mais graves, alivia!
Uma lágrima pelo espaço

(Carl Sagan)
sábado, 12 de janeiro de 2008
Mulheres... Perfeitas?


- condição em que se é obrigado a obedecer;
- disposição para obedecer; docilidade;
Crianças devem ser submissas aos seus pais pelas inúmeras razões que todos nós conhecemos. Elas não tem o juízo crítico e o discernimento formado; elas são altamente influenciáveis; elas, até uma certa idade, são totalmente ingênuas; elas não respondem por seus próprios atos perante a lei. Crianças devem ser ensinadas a serem obedientes e submissas para sua prórpia proteção.
Essas premissas se encaixam também às mulheres? Sabemos que até o começo do século passado a resposta seria sim! Por parte dos religiosos, ou não religiosos, a resposta seria um sonoro SIM!
Pois é isso que as mulheres que advogam a submissão feminina estão afirmando: sua inferioridade, ou no mínimo, seu papel secundário, sua necessidade de controle por parte de um outro homo sapiens como ela, com a única diferença que ele tem um pênis, testículos e um tanto de testosterona a mais.
Elas não honram as calcinhas que vestem.
Vale citar o comentário de Gore Vidal:
"A partir de um texto bárbaro da Idade do Bronze, conhecido como o Antigo Testamento, três religiões anti-humanas se desenvolveram - judaísmo, cristianismo e islamismo. Elas são, literalmente, patriarcais - Deus é o Pai Onipotente - de onde se explica a repugnância pela mulher que se observa há 2 mil anos nesses países atormentados pelo deus no céu e por seus representantes, do sexo masculino, na terra. "
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Kirsten Dunst

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Unbelievable







